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Complicações orais decorrentes da terapia antineoplásica

É comum, em pacientes oncológicos submetidos à terapia antineoplásica, o desenvolvimento de complicações orais agudas ou tardias. Esses distúrbios na integridade e função da cavidade bucal se devem ao fato de que a radioterapia e quimioterapia não são capazes de destruir as células tumorais sem lesionar células normais. Dentre as complicações orais encontram-se a mucosite, xerostomia, disgeusia, as infecções fúngicas, bacterianas e virais, as cáries de radiação, trismo, osteorradionecrose, neurotoxicidade, e, em pacientes pediátricos, o comprometimento da formação óssea, muscular e dentária. Esses efeitos geralmente variam a cada paciente dependendo de variáveis do tratamento, do paciente e do tumor. O objetivo do presente trabalho foi apresentar as complicações orais decorrentes da terapia antineoplásica bem como a importância da atuação do cirurgião-dentista nesse contexto. Através da literatura pesquisada, foi possível concluir que é imprescindível que os pacientes oncológicos sejam acompanhados antes, durante e após a terapia antineoplásica a fim de que o cirurgião-dentista possa elaborar um plano de tratamento adequado às suas necessidades, de forma a prevenir ou controlar a ocorrência dessas complicações.

Palavras-chave : Radioterapia-Efeitos adversos; Quimioterapia-Efeitos adversos; Protocolos antineoplásicos; Neoplasias.

http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1516-09392010000100008&script=sci_abstract

http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?pid=S0004-52762012000200008&script=sci_arttext&tlng=pt

Agradeço aos autores, att. Dr. Marcelo José da Costa

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